O Speedflying começou a ganhar destaque no Brasil entre 2011 e 2012, tendo as montanhas do Rio de Janeiro como cenário de seus primeiros grandes voos.
Um dos principais pioneiros dessa modalidade foi Rob Heron, paraquedista canadense e experiente praticante de BASE jump, que explorou as possibilidades do Speedflying em locais emblemáticos como a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita.
Utilizando uma asa Dragonfly, da fabricante brasileira SOL, Rob foi além dos voos convencionais, explorando linhas próximas ao relevo, manobras acrobáticas e uma pilotagem agressiva que demonstrava o verdadeiro potencial do esporte.
Seus voos ajudaram a apresentar ao público brasileiro uma nova maneira de voar, combinando velocidade, precisão e proximidade com o terreno.
Tiago Amorim Cobra também fez parte dessa fase pioneira, contribuindo para o desenvolvimento e a divulgação do Speedflying no Rio de Janeiro.
Esses primeiros voos marcaram o início de uma nova modalidade no cenário do voo livre brasileiro e abriram caminho para as gerações seguintes de pilotos.

